Escola OUT

15 jul

Bem, podemos começar dizendo que todo lugar é assim, mas não acho certo generalizar.
Todos os lugares que vamos tem coisas boas, não tão boas e ruins. Vamos começar pelas coisas boas.
A escola é um lugar bom porque:

– É apartir dela que começa a interação da criança com ambientes externos que impõem limites e regras, o primeiro lugar é a família.
– Começa o convivio social, com pessoas diferentes, de famílias e criações diferentes.
– Quando começa a valorizar mais seu lar, por estar longe de casa um período.
– Fica menos ocioso por poder brincar com outros.
– …
Bem o que eu quero realmente falar é que a experiência de escola do Joshua não foi boa, Começou muito boa e foi ficando desconfortável, até o ponto de ficar péssimo! Os primeiros dias maravilhosamente bem, depois de 15 dias não tão bem, Josh chegava em casa chorando de fome! E olha que eu mandava muita comida, para terem uma idóeia eu cheguei a falar a Kew e a minha mãe que o povo da escola devia tá comendo a comida dele Oo. Sério, eu mandava 250ml suco de soja, mais biscoito, mais danone ou papinha da nestlé ou almocinho e leite. Quando dava 17:30 que eu o pegava, ele praticamente arrancava minha roupa para mamar!!!
Com os dias passando a Diretora veio falar que eram duas pessoa para dar comida ao josh, uma segurava outra empurava a comida nele Oo. Agora quem já viu fazer um bebe comer a força!? Isso é um absurdo! Se não tiver paciência não abra uma escola, muito menos um berçário!

Bem, faltando uma semana para as férias (Sim, aqui o berçário tira férias e os pais que precisam trabalhar fora se fodem pra fazer isso e onde fica as crianças!?) JoshKew. Começou a apresentar sintomas de umas “Gripe” falamos com a Diretora, bem ela disse que era normal isso acontecer com crianças que convivem com outras crianças!(Fato) Porém acho ruim de acreditar que um bebe de 2 anos estaria doente numa escola muito menos brincando com um bebe de 7 meses, não? Bom, isso foi na quarta, quando matriculamos JK. respondemos um longo questionário do que pode ou não fazer com ele, do que ele e doente, recomendações entre outras coisas. Joshua é alérgico a zilhões de coisas, fui buscá-lo e ele estava na rua, no braço da diretora, desde 17hs! estava no sereno fazia 40 minutos, e esta “história” se repetiu algumas muitas vezes. No Sábado Joshua teve cansaço devido as várias exposiçoes dele ao tempo frio, perfumes fortes garoas e friagem! Fomos bem cedo para o hospital, ele foi até para a bombinha, com indício de bronquiolite!

As férias passaram e teve a colônia de ferias, bem assim que deixamos o Josh relatamos o que havia acontecido e a diretora disse que tudo bem, não ficaria com ele do lado de fora e blablabla, tivemos problemas no trabalho e no trânsito e atrasamos para buscá-lo, e resultado ele estava do lado de fora, quando fomos falar o porque, a diretora nos culpou por termos chegado tarde, virou as costas e foi embora, tá ficamos com cara de paisagem olhando para o portão aberto. Vale salientar que ele chegou em casa molenga e febril, o agasalhamos muito bem, demos remédio para fere, e só depois de 1 hora ele voltou a se animar, ter calor por causa das roupas e a febre diminuiu.

Então um FuCK U, Fat Bitch!

Bem de lá pra cá Josh não deu nem um atchim! Mesmo me fodendo de trabalho prefiro ficar com ele do que deixar com gente nao confiável!

Quando aprender a postar fotos no press. novo eu coloco fotos!
Em breve criarei um Blogspot tambem!

3 Respostas to “Escola OUT”

  1. beth julho 16, 2008 às 4:44 pm #

    Cria um blogspot simé bem mais facil…… e FUCK THE FAT BITCH!!!!!

  2. Thais agosto 7, 2008 às 7:57 pm #

    Schimmer, faz um bom tempo que acompanho seu blog..e com esse post, me fez lembrar dos tempo que EU ia pra uma ‘escolinha’.
    Nas primeiras semanas foi ruim, depois ficou pior ainda, eu entrava as 07:00 e saia as 18:00.
    Impressionante como existem lugares que ainda são chamados de ESCOLA/BERÇARIOS e afins.
    Resumidamente, eu peguei varias ‘gripes’, porém uma em ‘especial’ não sarava, e só piorava, a diretora falava que era normal, ainda mais pra uma criança que não comida.
    PORQUE SERÁ??¬¬ quando foram ver, eu estava com pneumonia.

    Tirei por base seu relato, minha irma nasce mes que vem, e quando minha mãe voltar a trabalhar não quer deixa-la num berçario, sabemos da importancia da convivencia e tudo mais, porém não da pra saber até que ponto vai a paciencia e profissionalismo dessas pessoas que trabalham em lugares onde dizem cuidar BEM do seu filho.

    Bom, por hora é só.
    Muita saúde e felicidade pra vocês.
    Beijos.

  3. Lais Rizzato outubro 7, 2008 às 4:14 am #

    Olá, Schimmerys!

    Saudações a você e a sua linda família!
    Parabéns por você e o Kew pela linda e fofa “obra-prima em conjunto”, que é o Joshua. Que ele cresça com muita saúde e força e em idade, graça e sabedoria, trazendo cada vez mais alegrias para vocês…
    Talvez você já tenha visto o meu nome algumas vezes em seu Orkut…Ainda não nos conhecemos, mas de tempos em tempos tomo a liberdade de te fazer uma “visitinha orkutiana” e de quebra, acompanhar o teu blog. Saiba que, a cada visita, a cada post lido, não só fico feliz a cada progresso do Joshua como também te admiro cada vez mais como pessoa e mãe e claro, cada vez mais viro tua fã, hehe. Continuem sendo sempre esta família linda e feliz, cheia de estilo e atitude (e continuem mostrando a toda essa corja de preconceituosos e mal-amadas que infesta nossa Terra, mostrando que ser excêntrico e/ou alternativo não é sinônimo de ser porraloca, irresponsável, sem senso de família, etc.).
    Lendo este teu post, relatando as desventuras do Joshua na escolinha me fez lembrar da minha época do Jardim de Infância, lá pelos meus 4 a 5 anos, em um dos mais famosos e renomados colégios particulares da cidade (um colégio Marista). Tive o azar e a infelicidade de cair nas garras de uma professora que, na época, estava se separando do marido e que por essa ou talvez outra razão, resolveu descontar suas frustrações e sua dor-de-corno nas crianças a ela confiadas (incluindo eu). Lembro-me que, quando eu ia para o colégio de manhã cedo, sempre levava na lancheira um lanche bem caprichado preparado pela minha mãe; só que várias e várias vezes eu voltava pra casa ao meio-dia com o lanche tão intocado como quando estava na ida, deixando a minha mãe cada vez mais intrigada. Quando ela finalmente descobriu a razão, ficou sabendo (não me lembro se fui eu que contei ou outras pessoas) que a “tia do Jardim” não só nos castigava por qualquer coisinha insignificante como também, como parte do castigo, confiscava as nossas lancheiras e não nos deixava merendar durante toda a manhã, acredita? E o que é pior…Os padres-diretores da escola até sabiam da situação mas não só faziam vista-grossa, como também chegavam ao ponto de pedir às mães das crianças que “tivessem paciência com a professora, que estava passando por um momento difícil, estava fragilizada, blábláblá” e enquanto isso, as crianças que passassem fome e que se fodessem nas garras da professora mal-comida e mal-amada! Bom…Não preciso nem dizer que minha mãe se emputeceu com a forma que a “tia do Jardim” tratava a caçulinha que ela criava com tanto amor e zelo (até demais, hehe) e com a má-vontade dos diretores do colégio em resolver a situação e tratou de me tirar de lá e só me matricular no ano seguinte, na Pré-escola de outro colégio, onde as professoras eram mais carinhosas, pacientes e mais bem-resolvidas…
    E olha, Schimmerys…Posso até ser total e completamente cricri, mas é com grande convicção que digo: para as pedagogas professora de Educação Infantil e Séries Iniciais, monitoras, atendentes de creche e de berçario, etc. tão ou mais importante que a formação acadêmica, experiência profissional, diplomas e títulos é a forma como ela lida e conduz a sua vida pessoal! Tudo bem que não há ser humano nenhum que não tenha lá os seus problemas e seus recalques, mas os profissionais a quem confiamos a formação de pequenos seres em desenvolvimento devem ter o dever moral de serem pessoas bem-resolvidas em sua vida particular e ter uma mente aberta para trabalhar plenamente com seus alunos a aceitação de todas as diferenças. E mais: pessoas frustradas, neuróticas, cheias de preconceitos e sem paciência para lidar com crianças deveriam passar bem longe dos cursos de Pedagogia, Magistério, etc.!
    Espero que não se aborreças ao ler o meu pequeno relato…Que acabou se tornando grandinho, hehe!

    Meus sinceros votos de Felicidade para toda a sua família!
    Beijos.

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